Partidos e candidatos precisam enviar às emissoras os vídeos de propaganda eleitoral dentro dos prazos e padrões definidos pela Justiça Eleitoral. Na TV Senado, o material passa por conferências antes de ser colocado no ar, etapa que inclui checagem técnica, ajustes de formato e adequações de acessibilidade.
O procedimento começa com o recebimento dos arquivos enviados pelas siglas e candidaturas. A emissora confere se o material atende aos requisitos técnicos de transmissão e se pode ser exibido nos espaços previstos para a propaganda eleitoral gratuita. Quando há necessidade, a equipe faz ajustes compatíveis com os padrões definidos para a programação.
A propaganda no rádio e na televisão tem duas formas principais: os programas em bloco, transmitidos em horários determinados conforme o cargo, e as inserções de 30 ou 60 segundos distribuídas ao longo da programação. No primeiro turno de 2026, as emissoras reservam 70 minutos diários para as inserções, entre 5h e meia-noite, de acordo com as regras divulgadas pelo Senado.
O horário eleitoral é chamado de gratuito porque partidos, federações e coligações não compram das emissoras o espaço de transmissão. A distribuição dos tempos e as exigências técnicas seguem as normas do Tribunal Superior Eleitoral. O material enviado também precisa respeitar as regras de identificação e de acessibilidade aplicáveis ao formato.
A reportagem da TV Senado mostra uma etapa operacional da cobertura eleitoral: a conferência do conteúdo recebido e sua preparação para exibição. A checagem técnica não substitui a responsabilidade jurídica das candidaturas nem altera as regras definidas pela Justiça Eleitoral.




